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Dublinense – quinze
Eu não tenho medo de morrer. Nunca tive. Não acredito em inferno, purgatório ou qualquer coisa ruim que suceda a morte, logo não há de que ter medo. Na verdade, não acredito nem em alguma coisa boa que suceda a morte, isso talvez fosse motivo para medo. Do infinito tenho medo, do vazio, da continuação…