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Dublinense – catorze
São oito horas da noite e já fazem quase quatro horas que escureceu. Depois do estranhamento dos dias excessivamente longos que me obrigavam a fechar as cortinas no horário que considero decente para o sol se pôr, agora enfrento um intervalo de horas iluminadas (não necessariamente com sol, na verdade quase nunca com sol) que…
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Dublinense – doze
Para minha mãe – feliz natal. Uma das minhas atividades favoritas aqui é ouvir pedaços de conversas de outros brasileiros nas ruas, já deve ter ficado claro que o fenômeno “brasileiros na Irlanda” me interessa, dada a frequência com que menciono isso. Eu sempre amei a minha língua, a única aluna da escola que honestamente…